Mais um dos nossos que partiu:
O Carlos Castro:
Coloco aqui a homenagem que lhe fez o Brandão Pinho "
Hoje
despedimo-nos de Carlos Almeida Monteiro de Castro, sócio e jogador do
Grupo de Xadrez do Porto, nascido a 16 de fevereiro de 1948 e falecido a 13 de
fevereiro de
2026.
O Carlos foi
muito mais do que um jogador de xadrez.
Foi presença
constante, amigo leal e verdadeiro pilar do Grupo de Xadrez.
Ao longo dos
anos, frequentou o clube com dedicação e paixão, partilhando o seu
conhecimento,
a sua experiência e, acima de tudo, a sua humanidade.
Deu muito de
si — no tabuleiro e fora dele.
Para muitos,
foi adversário respeitado; para outros, companheiro de equipa; para
todos, um
exemplo de desportivismo, serenidade e amor ao jogo.
A sua forma
tranquila de estar, o seu espírito generoso e a sua disponibilidade
para ajudar
marcaram todos aqueles que tiveram o privilégio de com ele conviver.
Hoje, o
silêncio pesa mais na sala de jogo. Fica a memória das partidas
disputadas,
das conversas demoradas, dos conselhos sábios e dos momentos de
convívio que
jamais serão esquecidos.
Todos temos
saudades.
O Grupo de
Xadrez do Porto fica mais pobre com a sua partida, mas mais rico por
tudo aquilo
que ele nos deixou.
Que a sua
memória permaneça viva em cada lance pensado com calma, em cada
aperto de mão
sincero no final de uma partida, em cada jovem que aprendeu algo
com ele.
Acrecento o que escrevi nos comentários: O meu Amigo Castro! Simpatia e humor como poucos. Amava o xadrez de uma forma linda. Rindo e fazendo rir. A sua sua entrada nas tardes do Grupo era sinónimo de boia disposição e bom ambiente. Educado, mas pícaro, era salutar ouvi-lo, ou assistir aos seus épicos matchs com o o Brandão Pinho, que lhe faz aqui uma belíssima homenagem. Era, era isso tudo, Brandão! Obrigado por o lembrares.
Hoje , não há tabuleiro, nem peças de xadrez, Estou só de uma cor que é a da tristeza profunda, baça, descolorida, sem nexo. Nem sequer começo a abertrura do dia...abandono.
Para sempre na minha memória, para sempte, na história e Estórias do Nosso GXP que o Castro amava.

